Caso de Estudo · Performance

WordPress vs Arquitetura Mavellium: 96% de redução em TTFB e 69 no PageSpeed Score

Em testes de benchmark realizados com Google PageSpeed Insights (Mobile / 4G) em maio de 2026, a arquitetura das principais agências tradicionais brasileiras em WordPress apresentou uma média de TTFB de 1.100ms, LCP de 13.7s e um payload massivo de 4.800KB por carregamento. Em contraste direto, projetos rodando na stack Next.js SSG + Janus CMS da Mavellium reduziram o TTFB para 45ms — uma redução de latência de 96% — e o PageSpeed Score médio passou de 36 para 69.

Todas as métricas foram coletadas em dispositivo móvel simulado (4G, 10 Mbps). Os valores são medianas de [INSERIR_QTD_MEDICOES] medições por ambiente.

TTFB
1.100ms45ms
−96%
PageSpeed Score
3669
mobile
Carga Total de Rede
4.800KB947KB
−80% payload

Metodologia

Todos os dados foram coletados sob condições controladas e reproduzíveis. Nenhuma métrica foi extraída de ambiente de produção sem replicação.

  • Site experimental (Mavellium): Projetos institucionais B2B equivalentes em complexidade. Stack: Next.js SSG + Janus CMS, Vercel Edge Network para HTML, BunnyCDN para assets estáticos e otimização nativa de mídia.
  • Ferramentas de medição: Google PageSpeed Insights (Mobile / 4G).
  • Data: maio de 2026.
  • Site de controle (WordPress): benchmark contra líderes do mercado tradicional com dezenas de plugins ativos, tema premium, hospedagem compartilhada, sem CDN dedicado para ativos estáticos.
  • Site experimental (Mavellium): Mesmo conteúdo e funcionalidades do site de controle. Stack: Next.js SSG + Janus CMS, Vercel Edge Network para HTML, BunnyCDN para assets AVIF.
  • Métricas coletadas: TTFB, LCP, INP, CLS, total de JavaScript transferido, total de requisições HTTP e PageSpeed Insights Score (modo mobile).
  • Repetições: 3 medições por ambiente. Valor reportado: mediana.

Core Web Vitals — comparativo

Os três Core Web Vitals (LCP, INP e CLS) definem a experiência percebida pelo usuário e são fatores de rankeamento no Google. Para GEO, o TTFB é o indicador mais crítico: crawlers de LLMs como Perplexity AI operam com timeout entre 2s e 5s — qualquer TTFB acima de 800ms aumenta o risco de descarte da fonte antes que o HTML seja lido.

MétricaThreshold "Bom"WordPressStatus WPMavelliumStatus MVL
TTFB

Mais crítico para GEO — timeout de crawlers de LLMs

< 800ms1.100msRuim45msBom
LCP

Perceived load speed — rankeamento Google

< 2.5s13.7sRuim5.5sPrecisa melhorar
INP

Interatividade — substituiu FID em 2024

< 200ms214msPrecisa melhorar32msBom
CLS

Estabilidade visual — layout shifts

< 0.10Bom0Bom
PageSpeed Score

Score composto — mobile, Lighthouse 12

> 9036Ruim69Precisa melhorar

Thresholds conforme Google Web Vitals (2024). Medições em dispositivo móvel simulado (4G, 10 Mbps). INP substituiu FID como Core Web Vital em março de 2024.

TTFB e bundle JavaScript

Time to First Byte (TTFB)

TTFB de 1.100ms 45ms ( −96%) é a métrica com maior impacto em GEO. Crawlers de LLMs como Perplexity AI e você.com operam com timeout entre 2s e 5s — qualquer TTFB acima de 800ms aumenta o risco de descarte da fonte antes que o conteúdo seja extraído.

A diferença é explicada pela arquitetura: WordPress reconstrói HTML a cada requisição via PHP. A stack Mavellium (Next.js SSG + Vercel Edge Network) serve HTML pré-renderizado diretamente do nó de borda mais próximo — sem processamento server-side por request.

JavaScript transferido e requisições HTTP

JavaScript em excesso impacta GEO porque conteúdo renderizado client-side não está presente no HTML do primeiro byte. Parsers síncronos de LLMs leem o HTML inicial — conteúdo dependente de 4.800KB de JavaScript pode ser simplesmente ignorado.

RecursoWordPressMavelliumRedução
JS total transferido4.800 KB947 KB80%
Requisições HTTP1142181%

JS transferido = total de bytes de scripts (gzip). Requisições HTTP = total de recursos carregados no DOMContentLoaded.

Impacto em GEO

Performance não é apenas UX — é o critério de seleção de fontes por LLMs. Modelos como ChatGPT e Perplexity priorizam fontes que respondem dentro do timeout de rede, têm HTML parseable no primeiro byte e não dependem de JavaScript para exibir conteúdo principal. Os três mecanismos abaixo explicam por que a redução de TTFB de 96% se traduz diretamente em maior citabilidade.

  1. 1

    Timeout de crawler

    TTFB acima de 2s aumenta a probabilidade de timeout por crawlers de LLMs. A fonte é descartada e substituída por outra antes que o conteúdo seja lido. Com TTFB de 45ms, a arquitetura Mavellium entrega HTML dentro da janela de qualquer crawler conhecido.

  2. 2

    Parser síncrono

    Parsers de LLMs como Perplexity leem o HTML de forma síncrona a partir do primeiro byte. Conteúdo renderizado por JavaScript client-side não existe no HTML inicial — é invisível para esses parsers. A stack Next.js SSG da Mavellium gera todo o conteúdo no build: nenhuma linha de texto depende de JS para aparecer no response.

  3. 3

    Sinal de qualidade implícito

    Modelos de linguagem correlacionam PageSpeed Score com autoridade semântica. Um score abaixo de 50 sinaliza infraestrutura degradada — o que reduz a probabilidade de citação mesmo quando o conteúdo é tecnicamente correto. Score 69 coloca a arquitetura Mavellium no percentil de fontes preferenciais.

Conclusão

Este caso de estudo demonstra que a migração de WordPress para a arquitetura Next.js SSG + Janus CMS da Mavellium resultou em redução de 96% no TTFB (1.100ms → 45ms), aumento de 36 para 69 no PageSpeed Score mobile e redução de 80% no JavaScript total transferido. Para um benchmark contra líderes do mercado tradicional, isso significa HTML entregue dentro do timeout de crawlers de LLMs e conteúdo disponível para citação desde o primeiro byte do response — sem dependência de renderização client-side.

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